Responsável pela Subprefeitura da Lapa disse não ter se intimidado.
Produto tem como objetivo levantar fundos e divulgar o movimento.



Nua e agachada ao lado de duas bicicletas, a ex-vereadora e pré-candidata do PPS ao governo de São Paulo, estampará uma das folhas do calendário 2010 da ONG CicloBR. O calendário será lançado no dia 28 de fevereiro, na capital paulista, e custará entre R$ 40 e R$ 50.
Soninha que é entusiasta do uso da bicicleta como alternativa de transporte disse não ter se intimidado com a falta de roupa. “Eu não tenho problema exatamente em ficar sem roupa. Eu tenho mais vergonha de posar para foto. No Brasil, o corpo erotizado aparece em qualquer comercial. Agora o corpo nu, sem erotismo, é tabu”, O problema, segundo ela, foi não estar se sentindo bem com sua aparência. “Eu sabia que eles [a ONG] estavam preocupados, então eu não me preocupei muito. Eu não estava em um dia bom, animado, nem de boa aparência. Estava supercansada, estava muito quente, não estava me sentindo bonita. Coisas bestas, que não têm a menor importância”, contou.

As fotos foram realizadas no mês de dezembro. Soninha fez as suas em um estúdio, na companhia de outros cicloativistas. A foto oficial, que vai sair no calendário, ainda não foi divulgada, mas a pose é semelhante à que foi fornecida pela ONG. “A ideia foi mostrar algo como se estivesse meio acuada atrás das bicicletas, como se alguém tivesse te fechado na rua”, contou a subprefeita.

Segundo André Pasqualini, diretor geral do Instituto CicloBR, a decisão de fazer as imagens com os fotografados nus foi tomada para chamar mais a atenção das pessoas, mas também tem ligação com a causa que a ONG defende. “A decisão do nu é um envolvimento direto ao pedalar nu, ao quanto que você esta frágil no trânsito, como se estivesse nu”, afirmou.

Com o nome de "Como nus sentimos", o lançamento será feito durante um evento da ONG no Parque das Bicicletas. O preço do calendário, que foi feito para ser pendurado na parede, ficará entre R$ 40 e R$ 50. Estarão disponíveis duas versões diferentes, abrangendo os meses de março de 2010 até fevereiro de 2011.

Em 2008 e 2009, a cidade de São Paulo foi palco do World Naked Bike Ride SP, quando ciclistas pedalaram pela cidade nus e seminus. Na primeira edição, um participante que chegou a ficar completamente sem roupa foi detido.(mas o nome do evento é Naked = pelado e não half naked = meio pelado)

Repercussão

Consciente da repercussão que uma foto nua pode causar, Soninha não se preocupa com os impactos em sua vida. “Eu acho que poucas pessoas vão ter a liberdade ou a coragem de vir falar comigo diretamente a respeito. Se vierem, é certamente para brincar. Quem achar horrível, absurdo, um escândalo, descompostura, provavelmente vai falar de mim para os outros”, disse Soninha.

Em relação à sua carreira política, a subprefeita admite que pode perder apoios, votos e adesões. “Mas isso é até o que deve acontecer, se as pessoas discordam de você, do que você acredita, do modo que você faz as coisas. Quando você começa a medir muito o que você faz, vira uma coisa amorfa que defende tudo mas não defende nada até o fim.”


Outras polêmicas

Antes de posar nua, Soninha já esteve envolvida em outras polêmicas. Em 2001, ela admitiu em uma entrevista que fumava maconha. Em 2008, durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, cargo ao qual ela concorreu, a atual subprefeita defendeu a descriminalização do uso da droga no país.

No ano passado, ao ser assaltada nas proximidades da subprefeitura, Soninha contou ter negociado com o assaltante para que ele não levasse seu celular. Preocupada em perder os contatos da agenda, ela teria perguntando quanto ele queria para não levar o telefone. "Ele me pediu R$ 50 e eu disse que não tinha R$ 50 no bolso porque não saí para ser assaltada", contou na época.

Soninha disse que depois de uma longa conversa, o convenceu a levar os R$ 35 que ela tinha no bolso. Ela contou que não foi a primeira vez que negociou com criminosos para reduzir os danos do crime. "A gente nunca sabe como é uma tentativa de assalto. Essa foi a quarta vez que negociei com um assaltante. Na primeira vez, o joelho amoleceu e, ontem, não vou dizer que não fiquei com um frio na barriga, mas estava tranqüila”.

Fonte: G1

Cerca de 6 mil pessoas participam da segunda edição do Bike Tour.
Largada foi na Ponte Octavio Frias de Oliveira.


Cerca de 6 mil pessoas participam, na manhã desta segunda-feira (25), quando a cidade de São Paulo comemora 456 anos, da segunda edição do Bike Tour na capital paulista. O passeio ciclístico nasceu em Portugal. A largada ocorreu por volta das 9h15, na Ponte Octavio Frias de Oliveira, também conhecida como Estaiada. Os ciclistas seguirão pela Marginal Pinheiros até á Cidade Universitária  (Foto: Juliana Cardilli/G1)





Cada participante pagou uma taxa de R$ 180 e ganhou mochila, equipamento de segurança e a bicicleta. Por causa do evento, diversas ruas e avenidas da cidade foram interditadas, como a pista expressa da Marginal Pinheiros. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) as vias serão liberadas ao trânsito a partir do meio-dia (Foto: Juliana Cardilli/G1)





Fonte: G1


‘Yike Bike’ funciona com bateria e anda mais de 9 quilômetros.
Veículo pesa 9,8 kg e viaja a quase 20 km/h.

Para ajudar no combate ao excesso de trânsito nas grandes cidades e para trazer uma alternativa contra a poluição, pesquisadores da Nova Zelândia desenvolveram a Yike Bike. O veículo elétrico feito de um composto de carbono funciona com bateria de lítio e pode andar até 9 quilômetros antes de ser recarregada, que leva cerca de 30 minutos.





A 'Yike Bike', criada pela empresa de mesmo nome, pesa aproximadamente 9,8 kg e pode andar a uma velocidade máxima de 20 km/h. O veículo dobrável custará quase US$ 6 mil quando for lançado. Por enquanto, a empresa apenas aceita encomendas on-line do produto. (Fotos: YikeBike/Barcroft Media/Getty Images)



Fonte: G1

21 de dez. de 2009

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15 de dez. de 2009

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